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O Rio Grande do Sul é um Estado essencialmente agrícola, que possui uma diversificação de culturas usuárias de calcário em quase todas as regiões produtoras. Isso porque o solo gaúcho é predominantemente ácido e, portanto, necessita ser corrigido.
A análise do solo é a “ferramenta” básica para identificar a necessidade de calagem em uma área, com vistas à correção da acidez, diminuição da toxidez de alumínio e correção das deficiências de cálcio e magnésio – os quais são problemas comuns em um grande número de solos no Brasil.
É necessário, entretanto, que certos princípios básicos sejam considerados para tornar a prática da calagem a mais eficiente possível.
A cada 2 ou 3 anos, todo produtor deve fazer a análise de solo. A acidez do solo deve ser corrigida com calcário sempre que o PH do solo for menor do que 5,5 no sistema plantio direto e 6,0 no sistema convencional, ou saturação de bases for menor de 60%.
A correção da acidez deve ser feita antes de iniciar o plantio direto. O calcário pode ser aplicado em superfície. No entanto, se solo estiver compactado, é aconselhável fazer uma subsolagem. No sistema convencional, o calcário deve ser incorporado na camada de 0-20 cm.
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